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Energia solar no Brasil: situação, perspectiva e projeção.

Você já pensou em gerar eletricidade em casa? Essa possibilidade já existe e deve se tornar cada vez mais comum no país. Segundo estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024, cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil contarão com energia gerada por um sistema de geração distribuída, que possibilita aos consumidores instalar pequenos geradores de energia renovável, como painéis solares e eólicos, mini turbinas e troca de energia com distribuidoras locais para reduzir o valor da conta de luz.


Módulo Elsys Solar – tecnologia Brasileira

Até 8 de dezembro de 2020, a indústria solar brasileira tinha instalado 344.608 micros e minissistemas fotovoltaicos e junto com as usinas solares, esses sistemas têm uma capacidade operacional acumulada de mais de 7 GW. Governo estima que Brasil alocará 22 giga watts de energia solar até 2030.

Para todos os consumidores que adquirem sistemas solares, economizar quase todo o custo da redução da conta de luz é, sem dúvida, sua principal vantagem.

Isso porque, de acordo com as regras da energia gerada por elas mesmas, o usuário que instala o sistema pode optar por ligá-lo à rede da distribuidora local e trocar a energia do sistema pela energia consumida na rede. Assim, toda a energia consumida em sua casa ou empresa passa a vir direta ou indiretamente do sistema, reduzindo a conta de luz em até 95% ao mês.

Os painéis fotovoltaicos estão cada vez mais eficientes e funcionam pela incidência do sol no painel, que absorve elétrons e gera eletricidade. A energia pode ser armazenada em baterias ou colocada na rede pública com desconto na conta. Investir nesse sistema equivale a comprar um pouco de energia com antecedência, ou seja, uma reserva de energia, que você pode usar por 25 anos sem se preocupar se o valor da energia vai subir ou cair.


Fatura de energia após instalação do gerador solar numa residência


Quanto maior o sistema, mais barato é o custo total de instalação, porque alguns dos custos são diluídos. Além de facilitar o acesso ao crédito cooperativo, possibilita um retorno mais rápido do investimento. No Brasil, isso vale para os consumidores de energia, pois pode evitar a inflação dos custos de geração de energia do país, o que faz com que muitos consumidores corram o risco de um aumento repentino de suas contas.


Devido à má administração do nosso governo no setor elétrico, que demora na adoção de novas tecnologias para a diversificação da matriz elétrica nacional, somado a efeitos climáticos que reduzem a produção elétrica e, ainda, os impactos da pandemia do novo corona vírus sobre o setor, os consumidores brasileiros encaram uma inflação energética que irá se estender por muitos anos.


Em um ambiente tão instável do ponto de vista de planejamento e risco, quem paga pelos aumentos de custo e necessidades de melhorias dos sistemas é o próprio consumidor, que depende da distribuidora de sua região e não tem outra escolha senão consumir daquela fonte, daquela maneira e naquele preço.


Entenda como o Sistema Solar Fotovoltaico funciona:

  1. Os Painéis Fotovoltaicos, transformam a radiação solar em energia. (Corrente continua);

  2. A energia gerada pelos painéis é enviada para os inversores (conversores), onde são transformadas em corrente alternada e sincronizada com a rede elétrica do imóvel.

  3. Após a conversão e sincronização da energia, ela é enviada ao quadro de distribuição do imóvel para ser utilizada;

  4. Se a energia gerada for maior que o consumo instantâneo da casa, essa energia é enviada para a concessionaria de energia elétrica local e o relógio medidos irá registrar um crédito de energia elétrica que será debitado na sua próxima fatura.


O sistema solar fotovoltaico se torna economicamente viável, mesmo que o período de retorno ainda se apresente alto, pelo fato de que o custo da energia elétrica vem aumentando de preço gradativamente. É possível se obter uma economia acumulativa, tornando interessante a sua implementação, pois diante dos valores pagos a concessionária esse valor será recuperado ao longo de 25 anos (garantia do sistema fotovoltaico). Quanto maior for o preço que o cliente paga pela energia que consome da concessionária, mais atrativo o investimento fotovoltaico se torna.

Com prazos e taxas de juros atraentes, muitos desses empréstimos permitem que os consumidores utilizem a energia que economizam na conta de luz para pagar o sistema, com uma economia de até 95%. Dentre os principais e mais atraentes canais de financiamento de energia solar disponíveis no Brasil, podemos destacar as seguintes:

1. FNE Sol (Banco do Nordeste); 2. A linha de desenvolvimento sustentável (Banco Santander);

3. Proger Urbano Empresarial (Barco, Brasil);

4. Financiamento solar (Banco Sicredi);

5. Financiamento solar (Amazon Bank);

6. Agro Pronaf (Banco, Brasil);

7. FCO (Banco do Brasil);

8. Fina (BNDES);

9. Construcard (Caixa Econômica Federal);

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